Uma opressão pra chamar de minha: o critério interseccional na Ressignificação Discursiva

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21165/el.v54i2.3931

Resumo

As aplicações da teoria não têm sido escassas (Baronas, 2024; Ponsoni, 2023; Baronas, Costa, Fabiano, 2022; Baronas, 2021; Costa, 2021a; Costa, 2021b; Baronas, Costa, Conti, 2021), tampouco insignificantes: todas nos revelam a importância de se trabalhar com esse aparato teórico proposto por Marie-Anne Paveau (2019a, 2019b, 2021), denominado Ressignificação Discursiva. Este trabalho, na esteira dos trabalhos de Paveau e dos demais citados, de cunho teórico, objetiva apresentar as motivações para se integrar um oitavo critério linguístico-tecno-discursivo, o critério interseccional, nesse dispositivo, que complementaria os sete primeiros, propostos pela autora. Dessa maneira, argumentamos a favor da incrementação da interseccionalidade como um critério adicional tendo em vista que os sete inicialmente propostos não dão conta de uma resposta que possa ser considerada ofensiva com algum grupo subalternizado socio-historicamente.

Palavras-chave: Ressignificação Discursiva; Análise do Discurso Digital; interseccionalidade. 

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Biografia do Autor

Livia Maria Falconi-Pires, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), São Carlos, São Paulo, Brasil

Graduada em Licenciatura Plena em Letras português/espanhol pela Universidade Federal de São Carlos-UFSCAR no ano de 2009, titulada Mestre em Linguística no ano de 2012 pelo Programa de Pós-graduação em Linguística (PPGL) da mesma universidade e Doutora em Linguística pelo mesmo PPGL no ano de 2017. Fez Estágio de Pesquisa na Université de Toulouse 2 (Jean-Jaurès) desenvolvendo pesquisa acerca das mulheres no âmbito político eleitoral. É docente do Centro Universitário Central Paulista (UNICEP- São Carlos) e pós-doutoranda do Departamento de Letras da UFSCar. Seus trabalhos versam sobre Discurso, Mídia Política e, também, Linguística Popular.

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Publicado

27-02-2026

Como Citar

Damasceno, L. G., & Falconi-Pires, L. M. (2026). Uma opressão pra chamar de minha: o critério interseccional na Ressignificação Discursiva. Estudos Linguísticos (São Paulo. 1978), 54(2), 320–338. https://doi.org/10.21165/el.v54i2.3931

Edição

Seção

Artigos