A mulher negra em “Quantos filhos Natalina teve?”: discurso racista, representatividade e (in)visibilidade desse corpo na história contemporânea

Authors

DOI:

https://doi.org/10.21165/el.v54i3.3852

Abstract

This research aims to describe and analyze statements about how representation and visibility are social needs, whether physical, social, cultural, visual and verbal discursive practices, multimodal, which enable the inscription of identity and the effect of belonging to certain social niches. Our research corpus consists of the short story “Quantos filhos did Natalina teve?”. Through this discursive genre, whose narrative is short, we will examine the protagonist, a black woman, based on the discursive formations that emerge in the story, as well as her productions of subjectivation. To this end, excerpts from the work will be analyzed based on the assumptions of Pêcheux (1997), Orlandi (2001, 2012) and the work of Conceição Evaristo (2016). The results of this research attest that the character is dissident, as she escapes and establishes ruptures with the social paradigms of what is acceptable for a woman in a patriarchal society.

Keywords: Discourse Analysis. Black Woman. Identity.

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Author Biographies

Jéssika Aparecida Santos Ferreira, Universidade Estadual de Goiás (UEG), Goiânia, Goiás, Brasil

Mestranda em Língua, Literatura e Interculturalidade (UEG), sendo bolsista de produtividade da CAPES. Especialista em Metodologia de Ensino de Língua Portuguesa, Literatura e Artes. Possui Licenciatura em Letras pela Universidade Estadual de Goiás, UnU Jussara (2022) e Pedagogia na Universidade Paulista (2024). Tem experiência no Ensino Fundamental e Médio com as disciplinas de Língua Portuguesa e Língua Inglesa.

Luana Alves Luterman, Universidade Estadual de Goiás (UEG), Goiânia, Goiás, Brasil

Possui graduação em Letras- Português/ Vernáculas pela Universidade Católica de Goiás (UCG) (2004). É especialista em Formação de Professores de Língua Portuguesa pela Universidade Católica de Goiás (UCG) (2005). É mestre em Linguística (Análise do Discurso) pelo Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística (UFG) (2009). É doutora em Linguística (Análise do Discurso) pelo Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística (UFG) (2014). É pós-doutora pela Universidade Federal de Goiás (UFG) (2016) - supervisora: Eliane Marquez da Fonseca Fernandes. É pós-doutora pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar - PNPD/CAPES) (2018) - supervisora: Luzmara Curcino Ferreira. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Lingüística, atuando principalmente nos seguintes temas: Análise de Discurso, Lingüística, Cinema, Tridimensionalidade, Práticas de Ensino de Língua Portuguesa e Educação. Tem experiência no Ensino Superior em cursos de graduação em Letras, Secretariado Executivo, Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Jornalismo e Marketing. Atuou em diversos cursos de pós-graduação lato sensu vinculados à UEG e a um da UFG. É professora da UEG - UnU Inhumas - e do POSLLI (Pós-Graduação Stricto Sensu em Língua, Literatura e Interculturalidade), no Câmpus Cora Coralina (Cidade de Goiás), vinculado à UEG.

Published

2026-03-10

How to Cite

Ferreira, J. A. S., & Luterman, L. A. (2026). A mulher negra em “Quantos filhos Natalina teve?”: discurso racista, representatividade e (in)visibilidade desse corpo na história contemporânea. Estudos Linguísticos (São Paulo. 1978), 54(3), 626–641. https://doi.org/10.21165/el.v54i3.3852

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Artigos