A alegria paradoxal: o riso carnavalesco como filosofia trágica

Kátia Vanesssa Tarantini Silvestri

Resumo


A alegria paradoxal é tema deste artigo. Uma ligação é feita entre os movimentos populares e protestos ocorridos desde 2013 no Brasil com o conceito de carnavalização, alegria paradoxal e a filosofia trágica. O corpus se compõe de um exemplo de manifestação popular; de uma análise de um discurso humorístico (stand up) e de análise de um programa de humor televisivo. A metodologia adotada é a dialógica de cotejamento, na qual tudo dialoga com tudo. O entendimento da ligação entre política inorgânica e carnavalização terá sua fundamentação na filosofia trágica e na alegria paradoxal. A carnavalização e ambivalência do riso carnavalesco são defesa de uma política inorgânica nas entranhas das manifestações populares.


Palavras-chave


Metodologia bakhtiniana. Movimentos populares. Política inorgânica.

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DOI: https://doi.org/10.21165/gel.v15i1.1837

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