GÊNERO, RAÇA E INVENÇÃO DE SI NUMA PÁGINA DO INSTAGRAM

Ana Caroline Czerner Volkart, Atílio Butturi Junior

Resumo


Este artigo parte das discussões sobre o regime tecnobiodiscursivo e os racismos indiretos forjados na biopolítica para analisar os discursos de uma página pessoal na rede Instagram. Para fins de análise, tomamos como corpus as publicações da página entre 2016 e 2018. Nossa hipótese é de que a produção de si da personagem da página de Instagram analisada se dá num espaço ambíguo, entre a ancestralidade e os regimes de consumo, nos quais o corpo, a raça e o gênero funcionam como enunciados fulcrais. As análises descrevem os enunciados de transformação que a personagem deixa entrever e apontam para a intrincada relação entre a produção de si, a produção de resistências e as redes de captura e controle que, no interior dos dispositivos, atuam agonisticamente sobre o tecnocorpo e a tecnosubjetividade de Thallita, a proprietária da página em questão.


Palavras-chave


Produção de si; gênero; raça; tecnobiodiscursivo

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DOI: https://doi.org/10.21165/gel.v17i1.2587

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