DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUAS: IsF COMO ESPAÇO DE RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA

Cristiane Carvalho de Paula Brito, Maíra Sueco Maegava Córdula

Resumo


Este artigo visa a refletir sobre a relevância do Programa Idiomas sem Fronteiras (IsF) como espaço de residência pedagógica para o professor de línguas. Para isso, discutimos, com base em uma perspectiva metodológica de cunho descritivo-interpretativista, algumas atividades desenvolvidas em um Núcleo de Línguas (NucLi-IsF) de uma universidade mineira, durante nosso tempo de atuação como coordenadoras pedagógicas. Entendemos que a formação do professor se constitui como processo situado, que responde a demandas do seu entorno social, histórico e cultural, ao mesmo tempo em que ressignifica vozes de um saber global. Nesse sentido, partimos de nosso trabalho no NucLi local, a fim de buscar, nas singularidades das experiências aqui discutidas, subsídios para a compreensão do complexo processo de formação docente. Nossas análises, pautadas na investigação de três eixos (discussões teóricas; planejamento de aulas e desenvolvimento de material didático; e foco em aspectos linguístico-discursivos), apontam que o licenciando, ao ser posicionado no lugar de professor, é convocado a ter uma atitude responsiva e responsável em relação à docência, o que contribui para o seu desenvolvimento profissional.

Palavras-chave


Formação Docente. Residência pedagógica. Ensino-aprendizagem de LI.

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DOI: https://doi.org/10.21165/gel.v17i1.2731

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