Analisando multissistemicamente o verbo ficar na história do português paulista

Ataliba Teixeira de Castilho, Flávia Orci Fernandes

Resumo


Neste artigo, apresentamos a abordagem multissistêmica da linguagem, situada nos quadros da teoria funcionalista-cognitivista, seguida de sua aplicação no caso do verbo ficar. Castilho (2007, 2009a, 2009b, 2010) propôs um novo modo de encarar a mudança linguística ao focalizar seus processos e produtos, organizados em quatro blocos (i) lexicalização e léxico, (ii) semanticização e semântica, (iii) discursivização e texto, (iv) gramaticalização e gramática. Analisamos cartas de leitores e redatores e cartas pessoais dos séculos XIX e XX para identificar a sintaticização e a semanticização do verbo ficar, seja como pleno, seja como verbo funcional ou como auxiliar, nas construções com gerúndio.

Palavras-chave


Linguística Histórica; abordagem multissistêmica; verbos.

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