Uma investigação dos elementos de coesão sequencial em dicionários escolares Tipo 4

Daniela Faria Grama

Resumo


Este artigo apresenta uma análise contrastiva das definições que três elementos de coesão sequencial (contudo, visto que e assim como) recebem nos dicionários escolares Tipo 4 Novíssimo Aulete – dicionário contemporâneo da língua portuguesa e Dicionário Houaiss Conciso e nos dicionários thesaurus Aulete Digital e Houaiss eletrônico. Para isso, foram utilizadas as contribuições teóricas advindas da área da Lexicografia e da Linguística textual. Além disso, o documento do Programa Nacional do Livro Didático, publicado em 2012, também foi usado para a caracterização dos dicionários Tipo 4. 


Palavras-chave


lexicografia; dicionários escolares; elementos de coesão sequencial

Texto completo:

PDF

Referências


ANDRADE, M. M. de. Conceituação/definição em dicionários da língua geral e em dicionários de linguagens de especialidades. In: SILVA, J. P. da (Org.). Anais dos Cadernos do CNFL, série IV, n. 10. Semântica e Lexicografia. IV Congresso Nacional de Linguística e Filologia. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2000. Disponível em: . Acesso em: 10 mai. 2016.

AULETE, F. J. de C. Aulete Digital. Rio de Janeiro: Lexikon, 2007. Disponível em: . Acesso em: 26 jun. 2013.

AULETE, F. J. de C.; GEIGER, P. (Org.). Novíssimo Aulete dicionário contemporâneo da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Lexikon, 2011.

BIDERMAN, M. T. C. O dicionário padrão da língua. Alfa, São Paulo, n. 28 (supl.), p. 27-43, 1984.

______. A definição lexicográfica. Cadernos do Instituto de Letras, n. 10. Porto Alegre: UFRGS, p. 23-43, 1993.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Programa Nacional do Livro Didático – Dicionários. Com direito à palavra: dicionários em sala de aula. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2012.

GRAMA, D. F. Uma análise lexicográfica dos elementos coesivos sequenciais do português para a elaboração de uma proposta de definição: um estudo com base em corpus. 2016. 371 f. Dissertação (Mestrado em Estudos Linguísticos) – Instituto de Letras e Linguística, Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2016.

HOUAISS, A. Dicionário Eletrônico Houaiss da Língua Portuguesa. Versão 3.0. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009.

HOUAISS, A. (Org.); VILLAR, M. de S. (Ed.). Dicionário Houaiss conciso. São Paulo: Moderna, 2011.

KOCH, I. G. V. A coesão textual. 21. ed. São Paulo: Contexto, 2008.

KRIEGER, M. da G. Políticas públicas e dicionários para escola: o programa nacional do livro didático e seu impacto sobre a lexicografia didática. Cadernos de Tradução, Florianópolis, Brasil. v. 2, n. 18, p. 235-252, 2006. Disponível em: . Acesso em: 6 abr. 2015.

SCOTT, M. WordSmith Tools version 5. Liverpool: Lexical Analysis Software, 2008.

______. WordSmith Tools version 6. Liverpool: Lexical Analysis Software, 2012.

ULLMANN, S. Semântica: uma introdução à ciência do significado. Tradução de J. A. Osório Mateus. 4. ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1964.

WEINREICH, U. Definição lexicográfica em semântica descritiva. Tradução de Maria Cecília P. Barbosa Lima. Alfa, São Paulo, n. 28, p. 103-118, 1984.

WELKER, H. A. Dicionários: uma pequena introdução à Lexicografia. 2. ed. Brasília: Thesaurus, 2004.

______. Panorama Geral da Lexicografia Pedagógica. Brasília: Thesaurus, 2008.

______. Questões de lexicografia pedagógica. In: XATARA, C.; BELIVACQUA, C. R.; HUMBLÉ, P. R. M. (Org.). Dicionários na teoria e na prática: como e para quem são feitos. São Paulo: Parábola Editorial, 2011. p. 103-113. (Série: Estratégias de Ensino; 24).




DOI: https://doi.org/10.21165/el.v46i1.1556

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2017 Estudos Linguísticos (São Paulo. 1978)